Daquela canga de Elisângela...
Mandei fazer uma fronha
Pra também embalar meu travesseiro
Com tudo aquilo que se sonha
Sob o que levou o seu amor e 'tempero'!
Pra fingir ter o seu colo...
Dormir ou morrer por esse amor
Mas, tendo o seu 'dolo'!
Com essa fronha que já foi uma canga...!
Podemos ir juntos àquela praia...
Você, cabelo ao vento, pé na areia...!
Feito as ondas, pra lá e pra cá, e na saia;
'Licorne marinho' leva a sereia!
A última daquelas peças doadas...
Com o teu cheiro e o perfume de hibisco...!
E algumas lembranças estampadas...!
Que pego, cheiro, me envolvo e mordisco!
Com essa canga 'que é Elisângela'...!
'Saída' que se mantém na mente!
Pareô duma nativa utópica!
Parangolé que te faz envolvente!
Manto de deusa afro-greco-nórdica!
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Autor:
DAN GUSTAVO (
Offline) - Publicado: 13 de janeiro de 2026 14:22
- Categoria: Fantástico
- Visualizações: 6

Offline)
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