A chuva molhava meu rosto,
cansado e triste.
Vagava sem rumo,
sem esperança.
Entreguei meu coração a ela
e ela nem ao menos sabia meu nome.
Sou como um barco à deriva,
um exilado,
um louco, desvairado.
Ensinaram-me muitas coisas na vida,
mas não me ensinaram que amar
é matar o próprio coração
um pouquinho,
todos os dias.

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