Espera…
Ema Machado
Amor,
Quando você chegar, pise devagarinho
Seja vento, em forma de brisa leve
O terreno que vais adentrar, já passou por redemoinhos
Toque de leve o coração, para que não lhe feche as portas.
Quando o adentrar, não se assuste, não olhe as paredes
Ainda estão repletas de fissuras
Pensando ser você,
Se feriu, pois, abriu a porta várias vezes
Aqui serás feliz, podes crer…
Aguarde, já, já, cicatriza,
você é a cura...
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Autor:
Ema Machado (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 8 de janeiro de 2026 17:11
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 95
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Offline)
Comentários6
Uma escrita fluida e cativante.
Belo poema. Feliz anos 2016.
Seja bem-vindo! Obrigada e feliz 2026 para você também.
Legal! Parabéns!
Obrigada, por seu comentário e presença!
Tênue e com uma poesia ímpar.
Você é demais da conta!
Abraços!
O amor consciente, um ser estrutural: acolhe, mas impõe cuidado, apresenta como território marcado. Reconhece feridas sem vitimização e trata o amor não como salvação, mas como parte do processo de cura, uma linda colocação e muito bem estruturada. Não há confusão ao ler... Bem claro.
Bem-vindo, a minha escrita! Gratidão por seu nobre comentário. Abraço,
Lindo poema! Pleno de amor e esperança. Bravo!
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