Sinto falta de lhe pertencer,
de lhe fazer sentir-se, como não me fez, acarinhada,
e, por um simples afazer, de um carinhoso obrigada.
O que teria por trás da tua falta do ler,
que te sustenta a forma de não ser?
O meu juízo, cauteloso, teme teus outros (des)sabores.
Há sentido no sentido de um gosto teu desconhecido?
É verdade que me perdi porque te achastes?
Ainda sou o sujeito simples desta oração,
ou apenas o sujeito inculto que desconheço?
Aceito sem visão,
a poesia do teu orgasmo alto,
que sugere espécime rara do gênero paixão.
O que, portanto, indicaria o teu sustentar do meu desmonte?
Minhas lágrimas, minhas dores,
ruídos, rumores...
Teus voares, alforrias, (in)valores...
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Autor:
Lucien Vieira (
Offline) - Publicado: 7 de janeiro de 2026 10:25
- Categoria: Amor
- Visualizações: 2

Offline)
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