NUNCA SEREI UMA MARIONETA
no meu cérebro
há peças soltas que parecem fichas
que vou catalogando
e com as quais vou jogando
jogos de paciência
com e sem competência.
umas vezes aposto e perco.
porque jogo mal.
outras aposto e ganho.
porque jogo bem.
o que eu não admito nem nunca
admitirei,
é ingerência nesses meus jogos
de paciência.
eu sou o rei
das minhas próprias fichas.
só eu sei as regras do meu jogo
e a sua meta.
nunca serei uma marioneta!
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Autor:
Arthur Santos (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 1 de janeiro de 2026 11:36
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 81
- Usuários favoritos deste poema: hdjduiE7, Versos Discretos, Well Calcagno, Sal
- Em coleções: 20 POEMAS FAVORITOS.

Offline)
Comentários2
Belo texto.
Agredeço o comentário!
Boa noite caro poeta Arthur! Seu poema é uma auto afirmação de independência e autonomia.
Gostei imensamente, meus parabéns! Abraço fraterno.
Grato pelo seu comentário Vilma.
Realmente pesarmos pela cabeça dos outros nunca é uma boa conduta!
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