Busco pertencer, antes de qualquer coisa ou alguém, a mim. Quando criança, sonhava o tempo todo era sonhadora. Tinha vergonha.
Na inutilidade de sonhos não realizados guardo a fotografia de família, sonhos que percebi, não serem meus. É como um ato de tradição, um passa para o outro quando não consegue realizado. A carga de uma estrada de memórias, com curvas que na qual derrapo. Ainda há vergonha, sonhos, memórias, tentativas infinitas. E de tanto tentar, só sei ser eu.
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Autor:
Amanda Oliveira (
Offline) - Publicado: 31 de dezembro de 2025 16:47
- Comentário do autor sobre o poema: Poema originalmente publicado em: Luminescências – Revista de literatura e outras artes (UFAL). Publicado em versos, aqui, publico em prosa. :)
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6

Offline)
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