eu

Amanda Oliveira

Busco pertencer, antes de qualquer coisa ou alguém, a mim. Quando criança, sonhava o tempo todo era sonhadora. Tinha vergonha. 
Na inutilidade de sonhos não realizados guardo a fotografia de família, sonhos que percebi, não serem meus. É como um ato de tradição, um passa para o outro quando não consegue realizado. A carga de uma estrada de memórias, com curvas que na qual derrapo. Ainda há vergonha, sonhos, memórias, tentativas infinitas. E de tanto tentar, só sei ser eu.

  • Autor: Amanda Oliveira (Offline Offline)
  • Publicado: 31 de dezembro de 2025 16:47
  • Comentário do autor sobre o poema: Poema originalmente publicado em: Luminescências – Revista de literatura e outras artes (UFAL). Publicado em versos, aqui, publico em prosa. :)
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 6


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.