O verão chega sem pedir licença,
abre as janelas do corpo
e aquece até o que estava fechado
há tempo demais.
O calor cansa, mas também revela:
o que ainda dói transpira,
o que pesa aprende a respirar
mais devagar.
Entre tardes longas e luz parada,
descubro que existir também pode ser isso: ficar ao sol sem pressa,
deixar que o calor me ensine a continuar.
-
Autor:
Katia (
Offline) - Publicado: 28 de dezembro de 2025 22:37
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 16

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.