Tictaqueando
pondo as horas a rodar.
Sempre vagueando
Com as mãos em seu lugar.
O calor está presente?
Lubrifica sua mente?
Como posso a-pro-vei-tar?!
A ansiedade bate à porta:
— toc, toc
E o medo só assola.
— quando vamos ir embora?
Tingindo tudo a preto
E fazendo rabiscões.
São armas de desejo
E de grandes emoções.
O folhear de tantas páginas,
Cansa o viver.
Que gigante hipocrisia
— cadê o G.V?
Quantas letras te prendiam.
E as horas perpetuam o lugar.
— já deu 18:30?
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Autor:
vk_noctur (
Offline) - Publicado: 20 de dezembro de 2025 14:54
- Comentário do autor sobre o poema: O passar das horas flui rápido, tanto que mal o percebemos.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 41
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos

Offline)
Comentários2
Verdade... o tempo passa e nem damos por isso!
Belo poema.
Gostei!
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