Minha revolução não é de esquerda,
também não é de direita ou de centro.
Minha revolução é íntima,
é do coração.
Também não é de religião,
mas é cristã.
Minha guerra é a paz interior:
exalar amor para quem quiser respirar
e se libertar dos conceitos pequenos de divisão.
O Mestre aconselhou:
“Dai a César o que é de César;
dai a Deus o que é de Deus.”
E finalizou:
“Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.”
O que estamos esperando?
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Autor:
RGGouveia (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 20 de dezembro de 2025 04:46
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 23
- Usuários favoritos deste poema: Arthur Santos, Apegaua

Offline)
Comentários2
Todas as revoluções são bem vindas (quando têm o objectivo de melhorar a vida das pessoas)... mas as do coração... são especiais 🙂
Todas as revoluções representam a quebra de paradigmas que não servem mais a determinada sociedade e nesse contexto são bem vindas. No entanto muitas se tornam opressoras repetindo o comportamento que combatiam. A meu ver a única que se mantém íntegra a seus princípios é a revolução interior baseada no amor ao próximo. Entendo não ser coletiva em um primeiro momento. Ela se consolida por ações individuais. Agindo localmente pensando globalmente. Vamos viralizar essa ideia. Obrigado
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