Minha revolução não é de esquerda,
também não é de direita ou de centro.
Minha revolução é íntima,
é do coração.
Também não é de religião,
mas é cristã.
Minha guerra é a paz interior:
exalar amor para quem quiser respirar
e se libertar dos conceitos pequenos de divisão.
O Mestre aconselhou:
“Dai a César o que é de César;
dai a Deus o que é de Deus.”
E finalizou:
“Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.”
O que estamos esperando?