Nada é o que eu sou, ao teu ver.
Não o que mostras mas o que desejas esconder.
Nada é o que eu faço! E posso fazer segudo o teu dizer.
Mas eu faço, sempre fiz, apesar do você não compreender.
Estou lá, no conjunto do que não importa ser, mas importa usar.
Sou uma coisa, mas uma coisa não é nada, e nada sou? Dilema a desvendar.
O tempo compassado não afeta esse padrão, perdido em não saber o que fazer sigo a nadar.
Por que sou nada, e nada faço até faltar. Aí sou coisa que precisa melhorar.
Não faz sentido e nem precisa fazer, essa dor só tem de ser.
Ao contrário de mim, não tem dever, só lacinar.
Para no meu peito não mais caber.
E do nada eu a libertar.
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Autor:
Marcelo Miranda Velten (
Offline) - Publicado: 12 de dezembro de 2025 16:55
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6

Offline)
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