Havia na natureza uma marca de cupim...
Tomara ele como arte.
Ascendia ali as viagens de uma criança
que crescia, crescia...
por toda parte.
O maravilhamento que lhe permitia o espaço —
que já não era mais onde vivia —
consentia-lhe enxergar, nas diversas geometrias:
biografias,
formas,
alegorias.
Assim, em tudo há um sentido manifestado,
que, no pensar,
pode ser pensado,
como o simples saber vivido.
Crescido,
fez-se um “aquilo” vital a toda parte.
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Autor:
Lucien Vieira (
Online) - Publicado: 29 de novembro de 2025 05:46
- Comentário do autor sobre o poema: ... vinculando infância, imaginação e formação da consciência.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 5

Online)
Comentários2
Escrita clara e brilhante.
Muito obrigado, Arthur.
Abraço!
Quanto vocabulário! Parabéns, linda escrita, inspiração.
Fico feliz que tenha gostado.
Obrigado.
Abraço!
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