Havia na natureza uma marca de cupim...
Tomara ele como arte.
Ascendia ali as viagens de uma criança
que crescia, crescia...
por toda parte.
O maravilhamento que lhe permitia o espaço —
que já não era mais onde vivia —
consentia-lhe enxergar, nas diversas geometrias:
biografias,
formas,
alegorias.
Assim, em tudo há um sentido manifestado,
que, no pensar,
pode ser pensado,
como o simples saber vivido.
Crescido,
fez-se um “aquilo” vital a toda parte.