Prazer, eu sou luz,
habito um corpo que não me conduz.
Meu nome me deram, mas não é meu,
som que se perde, vento que se perdeu.
Dentro de mim arde um fogo quente,
luz que se espalha, viva e ardente.
Se tento desenhar meu corpo, vejo
um aglomerado de energia, calor e desejo.
Meu nome seria estrela que não se diz,
ponto de energia que só existe em mim.
Escapa pelos lados, intensa e plena,
cheia de sentimento, chama serena.
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Autor:
Vênus (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 20 de novembro de 2025 00:32
- Comentário do autor sobre o poema: Eu sou luz. Habito um corpo que não me conduz, e meu nome não é palavra — é um som que não se traduz.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 175
- Usuários favoritos deste poema: SADE, Versos Discretos, tiagocristão, Blood_su1, adrya

Offline)
Comentários2
Nossa, muito bom!
Lindo poema,original e com ricas metáforas e efeitos líricos. Parabéns!
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