Dentro de mim,
a pedras de gelos que se convertem em granizos,
por mas que senti a chama em meu peito,
ela ainda rasga dentro de mim,
e cai gotas na aquela página em branco
que ficou apenas manchada com memórias,
sorrisos e aquele doce olhar
que se tornou a escuridão de um céu sem estrelas.
Ela me consome como uma ferida sem cura,
aquela flechada em que recebi
me despedaçou por completa,
deixando a marca que já não há mais nada além de vazio.
Serei apenas essa prisioneira
da minha própria chama,
em um jardim de lírios mortos.
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Autor:
Anya (
Offline) - Publicado: 20 de outubro de 2025 18:11
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 35
- Usuários favoritos deste poema: SaseumiH, Lírios na Tempestade

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