Pensei em teu sorriso e senti saudade.
Quis te chamar, mas fiquei presa entre o orgulho e a verdade.
Dúvida febril que me consumiu,
embora o coração gritasse, eu não me permiti — me contive e não prossegui.
O silêncio é a sombra da voz que calou,
entre o orgulho e o medo, um muro se ergueu.
A saudade é um eco que nunca parou,
memória de um "fica" que o tempo esqueceu.
! Me afogo no rio das lágrimas na busca por consolo.
Porque me deixaste tolo!
Perdoe-me, não falei por maldade
foi a forma que encontrei para resistir à saudade
essa saudade que teima em me manter enjaulado
em um silêncio total
me sentindo atordoado
pela voz de uma memòria banal
Não, não mais ocultarei tal dor e tormenta,
Que em meu peito, como chama, se apresenta.
Viaje a saudade, brisa leve e sonhadora,
Levando lembranças na manhã encantadora.
- Autores: Nalva Melo (Pseudónimo, CORASSIS, credence
- Visível: Todos os versos
- Finalizado: 17 de agosto de 2025 13:30
- Limite: 6 estrofes
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- Comentário do autor sobre o poema: Desejo versos entrelaçados em rimas cruzadas (ABAB) ou emparelhadas (AABB), que evoquem o silêncio, o orgulho, a saudade e as verdades que nunca se disseram. Que a linguagem seja delicada e poética, com metáforas que façam da voz, da sombra e da memória seus pilares.”
- Categoria: Amor
- Visualizações: 20
- Usuários favoritos deste poema: Versos Discretos, JT.
Comentários1
Se assim o for.
Apague me por completo.
Dessa atitude sem nexo.
Que obstruindo.
Transmutou de real para insucesso.
Toda a nossa futura relação.
JT
Muito bem J.T!
Como você é incrível!! Belo verso! ?
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