A mão sagrada
Aperta minha garganta
E não consigo consigo respirar assim
Meus pulsos em carmesim
A vida que clama por fim
O sangue parado
Mostra meu coração congelado
Dos olhos saírem rios
E dos dentes sorrisos frios
Outros ouvidos tentam ouvir
Mas não consigo mais interagir
Mal consigo existir
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Autor:
Estrela (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 22 de maio de 2025 18:44
- Comentário do autor sobre o poema: Para os momentos que almejei o fim. Para todos que se encontram nesse estado,espero do fundo do coração,que consigam voltar a nadar,nesse imenso mar que é a vida. Façam o épico
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 525
- Usuários favoritos deste poema: Drica, Freddie Seixas, Jose Rinaldo Pinheiro Leal, Blood_su1, Guicute, Hfleur

Offline)
Comentários6
Poema incrível! Carregado e frio. Gostei!
Bom saber que gostou!fico feliz!
Intenso!
Obrigada!
Aplausos de pé!
Meus sinceros agradecimentos!
Amei a densidade do poema.
Me tocou!
Agradeço muito!
Acho que mesmo no fundo do abismo, ainda é possível nadar. Mesmo depois de quase se afogar.
Nossa, até printei,amei suas palavras,de verdade
Muito obrigada! Eu adorei seu poema também, é tão certeiro e sensível que não tem como não gostar.
Tô com vergonha kakakakak, muito obrigadaaa,seus elogios me motivam
Fire just fire
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