Que grande saudade meu peito sente
Tua bela fronte estar contemplando,
Sua ausência, tristeza, vai pintando
O Peito que contigo era contente.
Quero ver-te, ó ninfa, novamente,
Sentir teu lânguido suspiro brando
E teus olhos de prazer revirando,
Nossas luas de mel, prazer ardente.
Comparada à ti, não há semelhante,
Só tu possuis tão amada figura
Que me dá tanto desejo incesante.
Dai-me teu corpo, tua formosura,
Querida, que me amava tão constante
Que em meus braços se sentia segura!
-
Autor:
Fabricio Zigante (
Offline) - Publicado: 14 de maio de 2025 07:44
- Categoria: Amor
- Visualizações: 14
- Usuários favoritos deste poema: Fabricio Zigante, MAYK52, Wesley Cordeiro, João Moreira de Mendes

Offline)
Comentários2
Belo soneto, caro amigo Fabricio.
Gostei bastante.
Abraço!
Saudações amigo poeta!
Grato pela leitura e comentário. Forte abraço!
Daora mano, era pra ser decassílabo heroico? Se sim tem alguns erros de escansão. Se não, parabéns está perfeito
Saudações.
Ah sim, Camões certamente daria risada rsrs
Não tenho muita experiência com sonetos e sempre acabo deixando um e outro meio estrambólico. Tento fazer algum vez e outra, estou ainda aprimorando e analisando se consigo criar algum perfeitinho.
Grato pelo comentário!
Não é muito difícil, com prática já consegue. Seu soneto está muito bem feito! Continue escrevendo
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.