Havia um homem,
um mestre do caos.
Por onde passava,
revirava as coisas,
las cosas,
the things.
Sua presença—
ignorada,
malograda,
confinada.
Areia.
Era como ele:
seca, dispersa,
sem sentido.
Mas o dia virá—
e quando for aceito,
aceito ele será.
Então o mundo virará.
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Autor:
Saturno (Pseudónimo (
Offline)
- Publicado: 29 de março de 2025 18:47
- Comentário do autor sobre o poema: aAaaaAAAaaaAAAAAAaaaaAAaaa
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 9
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