A única luz que iluminava tua pele branca,
era o reflexo do fogo que queimava nos teus olhos castanhos claros.
Eu te encarava,
pronta para devorar a presa mais fascinante daquela festa...
Enquanto você gesticulava com as mãos e mexia seu cabelo com as pontas dos dedos.
Lentamente levava a boca a taça manchada de batom vermelho
e as digitais mais interessante que ocupava um espaço tão genuíno numa festa tão estranha.
Passei a noite observando teus sinais claros, gentis e doce de pura elegância.
-
Autor:
Lyvia Cruz (
Offline) - Publicado: 12 de julho de 2024 22:11
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 31

Offline)
Comentários3
Lindo e delicado! Foi um prazer ler-te.
Boa noite e até breve!
Obrigada.
É na observação do mundo que encontro o meu abrigo.
Boa noite
Fico imaginando a cena! Você ali admirando estes sutis trejeitos. Depois fazendo a poesia com essas imagens colhidas.
Parabéns, poeta!
Obrigado pelas palavras carinhosas.
É na observação do mundo que encontro o meu abrigo.
Eu não sou crítico, também não me aceito como poeta e li numa declaração vossa, que no inicio adoravas rimar.
Não que venhas rimando a mil.
Pode muito bem, terminar o texto, ou rimando com o meio, ou com o fim.
Veras, como suas obras mais se embelezarão.
Ou, me mandar as favas, por não ter pedido conselhos.
E terei que aceitar, pois foi assim que colocaram a argola de ferro no nariz do porco.
Para ele deixar de se nitram.
Apegaua
Agradeço imensamente. Um conselho bem direcionado é caminho para beleza de cada palavra.
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.