No café da manhã, o aroma do café
Desperta lembranças de risos compartilhados,
O sol, tímido, atravessa a janela,
Iluminando a cadeira vazia à minha frente.
Sinto o calor de um abraço ausente,
E o vazio se transforma em saudade.
Nas ruas, rostos desconhecidos passam,
Mas em cada olhar, procuro o teu.
Os passos ecoam no calçamento molhado,
Cada gota de chuva parece uma lágrima não chorada.
Sob o guarda-chuva, o vento sussurra
Teu nome, perdido no tempo.
No parque, crianças correm e brincam,
Seus risos são notas de uma melodia esquecida,
Os balanços rangem, como o som
De promessas não cumpridas.
Sentado no banco, abraço a solidão,
E ela me acolhe como uma velha amiga.
À noite, estrelas cintilam no céu,
Cada uma, um desejo não realizado,
A lua, única testemunha silenciosa,
Reflete a luz do amor que não vingou.
Fecho os olhos e sinto teu toque,
Fantasma doce de um passado distante.
No fim do dia, a cama vazia
É um oceano de lençóis frios,
Os sonhos são portais para memórias,
Onde te encontro, como se nunca tivesses partido,
Mas ao acordar, a realidade me envolve,
E a ausência se torna minha única companhia.
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Autor:
Sezar Kosta (
Offline) - Publicado: 10 de julho de 2024 22:51
- Comentário do autor sobre o poema: Ah, "Ausência e Saudade"! Imagine que você coloca a caneta no papel para capturar todos aqueles momentos fugazes, como tentar engarrafar o cheiro de café fresco pela manhã. É como se cada palavra fosse uma janela para o coração, trazendo à superfície memórias que insistem em sussurrar no silêncio. Sabem aquela sensação de mergulhar nas profundezas da nostalgia? Pois é, foi exatamente isso que me inspirou a escrever "Ausência e Saudade". Imagine só: eu estava ali, tranquilo, saboreando meu café da manhã, quando de repente... BAM! As lembranças me atingiram como um tsunami de emoções! Quem diria que uma xícara de café poderia ser um portal para o passado, não é mesmo? Bem, digamos que foi uma mistura de nostalgia e um café da manhã particularmente inspirador – afinal, quem não se emociona com o aroma de café e a luz tímida do sol atravessando a janela, não é? Agora, adoraria saber: o que você achou deste pedacinho do passado que resolvi compartilhar? Deixe um comentário e me conte suas impressões!
- Categoria: Não classificado
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