Todo dia, eu sinto que esqueço algo.
Enterrado na penumbra do meu ser,
Fúnebre, Fugaz,
Vivo em sonhos irracionais.
Com a estranheza do meu ser,
Faço jus aos amigos que não vou ter.
Boca calada, olhos ao chão,
viverei eternamente nessa solidão.
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Autor:
Ana Grimes (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 18 de janeiro de 2024 10:07
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 12

Offline)
Comentários1
Uma pequena poesia notável. gostei! parabéns Ana
Obrigada! fico feliz que você gostou das minhas palavras estranhas. Sinta-se bem-vindo.
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