Neste abrigo, abrigo em mim
Em sonhos envoltos, assim,
Rumo a destino oculto
Que não há norte, enfim.
Em roldão vêm miríades,
De ocultos viveres passados,
Que em torrente desaguam,
Neste vivendo sem fim.
E no folhear tais memórias
Em brasas de ferro marcada,
A marca deixada em mim.
Não queima, e não nada
Está lá, e fim.
- Autor: Avelino ( Offline)
- Publicado: 19 de janeiro de 2021 08:52
- Categoria: Amor
- Visualizações: 20
Comentários3
Verdade,poeta. Saudade não cessa. É como tatuagem no coração que lembra.
Poema sobre saudades da amada. Ficou lindo o texto, Avelino.
Abraços,
Muito obrigado. A saudade faz isso...
A saudade é o passado que se faz presente em nós! Lindo versejar, Avelino.Parabéns.
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.