Comentários recebidos nos poemas por Michel F.M.



Sobre Fábula e Fé 
Michel F.M. disse:

Mas reconheço milagres,
Quando os vejo.
E minha única crença
É a poesia.

Ela é a única explicação que especulo,
A única expectativa que tenho,
Única conclusão que espero.

Entre as lacunas incalculáveis,
Sei que ela, é a única coisa que resta,
Única substância, que sou.

1 de novembro de 2026 09:37

Strike
Michel F.M. disse:

derrubando pinos de boliche,
com a mesma calorosa alegria,
que a tão aguardada revolução,
em tua vigorosa inevitabilidade,
derrubará a burguesia.

1 de novembro de 2026 09:36

13
Michel F.M. disse:

Nós somos o espectro
Que a tudo ronda, finalmente
Materializado, corporificado,
Concreto e combativo,
Fluindo e se propagando,
Tendo a vida como aliada
E a morte confidente para nos eternizar.

1 de novembro de 2026 09:36

L U L A
Michel F.M. disse:

Luta e serás livre na vida (Che)

1 de novembro de 2026 09:35

Um reles Sonhador contra todos os Pesadelos 
Michel F.M. disse:

A Esperança Vence !!!

1 de novembro de 2026 09:35

Poema sobre coisas que não faço
Michel F.M. disse:

Sou só mais um
trabalhador brasileiro,
desclassificado,
lavorando de sol a sol
com tinta, suor e papel.

1 de novembro de 2026 09:34

O primeiro raio de sol que cruza a janela
Michel F.M. disse:

e ninguém precisa
das migalhas
de seres benevolentes
e superiores.

1 de novembro de 2026 09:34

Obelisco
Michel F.M. disse:

Anatomia do Impulso

1 de novembro de 2026 09:33

O Crepúsculo do Criador ou A Ascensão da Criatura 
Michel F.M. disse:

Mas nós estamos em busca
das respostas difíceis.

1 de novembro de 2026 09:32

Fulminante Intenção Despretensiosa 
Michel F.M. disse:

Escrevendo uns poemas
E arremessando malabares
Só por esporte.

1 de novembro de 2026 09:32

Lamúria do Cínico no Templo de Pedra
Michel F.M. disse:

Vá e veja

1 de novembro de 2026 09:31

A única coisa certa
Michel F.M. disse:

Não é a infinitude, nem o tempo.
Não é o começo de nada e nem o meio,
A única coisa certa, é o fim.

1 de novembro de 2026 09:31

Lamúria do Cínico no Templo de Pedra
Apegaua disse:

Esse e o melhor perfume que já misturamos.
_ Então.
Queime se a formula.
E coloque se no menor frasco possível.
Para que o usuário, tenha menos tempo de se viciar.
Então, vai ficar tão famoso, que nem seus descobridores saberão como novamente fazer.
Do Dito.
Esta mais para uma trova, ou um poetrix.
Fico com o poetrix.
Um poeminha abusado, que antes de ser, já avisa o por que veio.
Quando em vez de se dar as mãos e melhor dar de ombros, como o Mestre poeta bem diz.
Muito pior e se dar a ferramenta, que nem se sabe e nem se quer usar.
Parabéns.
Uma das suas melhores obra.
Abraços.
Sr. Apegaua



31 de outubro de 2026 15:36

Fulminante Intenção Despretensiosa 
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:

Parabéns poeta , poema intenso de verdades que muitos querem viver... Nas nuances da vida!

31 de outubro de 2026 10:37

Fulminante Intenção Despretensiosa 
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Isso mesmo, seu poema disse tudo, às vezes precisamos andar um pouco, relaxar a mente, sentir o ar fresco, o barulho das cachoeiras a canção tocada por nossas próprias mãos. Parabéns poeta. Bom dia.

30 de outubro de 2026 09:55

Poema sobre coisas que não faço
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O poema de Michel F.M. é uma forte expressão de crítica sociopolítica e afirmação de identidade de classe no Brasil contemporâneo. A obra utiliza a ironia e a memória recente para demarcar um posicionamento ético e ideológico, contrapondo o delírio coletivo à realidade concreta da classe trabalhadora. O autor faz referências diretas a episódios marcantes da história política recente do país. Menções a pessoas usando lanternas de celular para se comunicar com o espaço, orações ao redor de pneus e o negacionismo durante a crise sanitária servem para ridicularizar e rejeitar o extremismo político. Ao citar explicitamente as mais de 700 mil mortes numa pandemia, o eu lírico valida a tragédia humanitária e critica a falta de sensibilidade de figuras públicas e setores sociais que ironizaram o sofrimento coletivo. O texto expressa uma clara rejeição à demagogia e à subordinação — tanto nacional, ao recusar o alinhamento cego à classe dominante e discursos verborrágicos, quanto internacional, ao condenar o anseio por intervenções externas. O desfecho desloca o foco da crítica para a exaltação de quem realmente move o país. O eu lírico se define como só mais um trabalhador brasileiro, que lida com a dura realidade do cotidiano. O uso de tinta, suor e papel une o esforço físico do trabalho à resistência intelectual da escrita, transformando a arte em sua principal ferramenta de sobrevivência e protesto. É um poema de tom combativo e realista, que usa o registro lírico como um manifesto de lucidez e dignidade diante de momentos de forte polarização. Meus parabéns! Meu abraço poético.

26 de outubro de 2026 21:42

Um reles Sonhador contra todos os Pesadelos 
Apegaua disse:

Eu pensei que você, já tinha batido continências para pneu.
Minhas desculpas.
Apegaua

25 de outubro de 2026 06:54

L U L A
Wesley Cordeiro disse:

Ótimo

24 de outubro de 2026 09:54

13
Tiago Santos disse:

Muito bom cara

23 de outubro de 2026 17:14

Tríplice Poema
Pacificador disse:

Belo poema. Incisivo e direto ao ponto, na medida certa. Parabéns, caro poeta.

22 de outubro de 2026 16:14

Sobre Fábula e Fé 
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O poema Sobre Fábula e Fé, de Michel F.M., é uma belíssima e honesta declaração de princípios que substitui a fé mística pela fé estética. O texto constrói um contraste tocante entre o ceticismo absoluto e a entrega total à arte. Nas primeiras estrofes, o eu lírico faz uma limpa categórica em suas crenças. Ele rejeita não apenas as instituições e os dogmas religiosos, mas também a própria confiança humana. Há um tom de crueza e desilusão com o mundo concreto e metafísico. A grande virada do poema acontece quando o autor diz que, apesar de tudo, reconhece milagres. Ao fazer isso, ele desvincula o milagre do divino e o traz para a experiência sensorial e artística. O milagre não vem de Deus; vem da vida e da capacidade de se emocionar. A poesia assume o papel da única crença. Ela preenche o vazio deixado pela ausência da religião, tornando-se a ferramenta para lidar com o incompreensível Ela é, ao mesmo tempo, ponto de partida, caminho e destino final. O encerramento é fortíssimo. Ao dizer que a poesia é a única substância, que sou, o poeta diviniza a própria escrita e a si mesmo por meio dela. No fim, quando tudo mais falha, resta a palavra, a sensibilidade e a própria criação artística como a única prova de que existimos. É um poema de ritmo fluido, direto, que toca fundo em quem também encontra na arte um refúgio e uma forma de salvação para o caos do mundo. Meus parabéns! Meu abraço poético.

21 de outubro de 2026 22:25

A Constatação do Óbvio
Pacificador disse:

Justa e implacável como a própria Natureza. Sábias palavras, meu amigo.

21 de outubro de 2026 14:01

O Próximo Capítulo
Noétrico disse:

Pena que nem todos podem ver, estão cegos pela fagulha... Esperemos que não incedeie.

19 de outubro de 2026 08:03

Recálculo da Rota
Apegaua disse:

ESTA AMARRADO EM NOME DE SÃO LONGUINHO...

APEGAUA

17 de outubro de 2026 09:19

Balões coloridos e aroma silvestre de esterco fresco
Lucita_54 disse:

O que se diz sociedade
Tendo sentidos diversos
Significados tantos
Em áreas e setores vastos?
Se me associo a alguém
Viro então cúmplice também?
E se acaso entender legais
Justificativas de ações anormais
No conceito de normalidade?
Muitas são minhas interrogações
Já que não tenho colhões
Para me definir conhecedora
Convenientemente comprometedora
Seria eu me dizer ter ao meu lado
A total veracidade de algum fato
Como certa para encher-me um prato
Na balança da Senhora Justiça
Então aqui me oculto opinar
Causa política ou social
Conceito de alguém talvez
Que possa ser considerada irracional
Não me causa mal
Interpretação essa tal.
Mal maior eu enfrentarei
Se a barriga eu encher de ira
Ou qualquer outro sentimento mal
E no inferno for parar no final
O meu inferno particular
Seria não poder amar
Não poder abraçar sem medo ou culpa
Não poder me expressar de forma leve
Ainda que as causas apresentadas não me leve
A ter certeza de ter punição em breve
Da maior opinião para mim
O meu Deus em quem creio sim
Que a minha alma e meu espírito a Ele
E só a Ele eu finalmente entregue!

14 de outubro de 2026 23:56

Desbravando as entranhas da positividade delirante 
Samara A. Ferreira disse:

Gostei muito de seu poema, Poeta.

Já vivi nessa bolha, agora sei que era minha forma de me blindar do medo se ser engolida pela realidade criada pela humanidade.
Hoje sei que, como ser encarnado, apenas vibrar alto não basta, é necessário enfrentar a realidade e tentar fazer a diferença em terra.

Gratidão pelos belos e realistas poemas que nos presenteia.


13 de outubro de 2026 10:30

Multicolorido Céu Cinzento
Maria dorta disse:

Ainda bem que você soube se conservar \" inteiro\" no cataclisma das metades e da ambiguidade!

12 de outubro de 2026 17:37

Acumulador de Feitos Invisíveis
Queiroz Francisco disse:

Valor, palavra que se perdeu...

11 de outubro de 2026 10:55

Pairar Incansável da Fênix Sublime
Jucklin Celestino Filho disse:

Muito bom!Daí as curtidas e visualização.
Parabéns!
Boa noite!

9 de outubro de 2026 19:51

Multicolorido Céu Cinzento
Shmuel disse:

Um bonito texto!

Abraços!

7 de outubro de 2026 08:16

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