pra não dizer que falei das flores

coruja

a vida é como um copo de vidro,sempre visível sobre o tempo,más nunca podendo voltar um momento.
tenho sofrido um tormento por causa de uma rosa ,que tanto agride e machuca este coração de verdade,saudade,foi oque me sobraste depois dessa guerra.


quase que me fiu,depois de todo aquele caos,toda aquela miséria,toda aquela merda feita por meu entento,más reconheço o meu erro,más não lhe culpo por aquele momento.
ó nobre rosa,sinto muito por tudo,muito me preocupo com vossa existência,más sei que não como nossa era dar certo,correto,é me afastar para evitar de haver desconforto,dor,conforto,era oque queria te dar,más sei que me odeias e que se pudesse iria me matar,amor,amor,é oque este nobre e sincero coração sangra por você.


nunca aconteceu um beijo,más sempre foi meu desejo por te amar de forma sincera e verdadeira,ó minha princesa,sei que nunca lerá estes versos,e peço a Deus e o universo que sigas teu rumo com honestidade,honra e confiança para que se torne uma estrela a brilhar e trilhar por toda esta galáxia que é a vida e a existência.

5/11/2026

  • Autor: coruja (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 5 de novembro de 2026 16:44
  • Comentário do autor sobre o poema: decidi dar um fim de vez no caso com a garota e fiz esse poema como um ponto final simbólico
  • Categoria: Perdão
  • Visualizações: 5
  • Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.


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