E voltei, vagarosamente, olhando e admirando as Roças, as Caatingas
onde se podia perceber o verde, a alegria, a exuberância daquelas viçosas e lindas plantas.
Umas maiores outras bem menores, umas altas no espaço e outras rasteiras
rastejantes pelo Chão porém todas com uma beleza sem igual.
Observei também, alguns, aliás, muitos animais que por alí andavam, pastando
e se alimentando de plantas muito bem cuidadas e nutridas pela própria Natureza
que usou somente Terra Fértil e Água de Chuva.
Não encontrei uma Pessoa se quer! Oxe! Cadê o Povo dessa Região?
Tenho certeza que não estou em lugar desabitado por gente e, então, onde estão as Pessoas?
Logo tive a certeza, as Pessoas estavam todas trabalhando em outras áreas ou Roças mais distantes
da estrada onde pela qual eu estava a seguir.
Fique ainda mais encantado e feliz ao saber de, como aquele Povo é trabalhador.
E estava justamente no período da colheita do Feijão de "Sequeiro" por aquelas bandas.
Fiquei encantado e feliz mas, com um pouco de compaixão
ao saber que tantas Caboclas sertanejas lindas, já estavam
arrancando e ajudando a bater o Feijão.
Por que falo assim?
Por que sei o quanto é pesado, é duro e difícil esse trabalho.
É um trabalho apropriado para Homens fortes
porém as Caboclas sertanejas também fortes não temem a ele
encaram e realizam com destreza.
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Autor:
Wilson Karvalho. (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 5 de novembro de 2026 13:18
- Comentário do autor sobre o poema: Para reflexão sobre a vida da mulher que vive no Interior do Nordeste brasileiro em um ano que a Chuva cai no período certo e o Povo consegue obter Safra de feijão, ficando com isso bem feliz.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1

Offline)
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