Pai nosso que estais no mundéu,
Vendido seja o vosso nome.
Venha a nós o vosso dízimo,
Seja feita, dos líderes, a vontade,
Assim na terra como no escarcéu.
O pão nosso de cada dia nos tira hoje,
Perdoai as outras aparências,
Assim como nós julgamos todas as divergências.
E não nos deixeis cair em mais alucinação,
Mas livrai-nos de quem pensa com a própria razão.
Amém.
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Autor:
Karolla (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 4 de novembro de 2026 12:57
- Comentário do autor sobre o poema: Esse poema é uma crítica aos religiosos hipócritas da sociedade.
- Categoria: Religioso
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
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