Ouço muito barulho em todo lugar
Barulho constante e ensurdecedor
Buzinas gritando de Norte a Sul
Abafando até os sussurros do amor
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É o estalo do vidro que se quebra
É o trovão que desenha no céu escuro
Vai desde o ruído da serra elétrica
Até a colisão do carro contra o muro
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Mas no meio de tanta gritaria
Há um som que a alma não esquece
É o doce barulho que faz a poesia
Quando o barulho na mente silencia
E todo o barulho do mundo desaparece
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Autor:
Pacificador (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 3 de novembro de 2026 10:08
- Comentário do autor sobre o poema: A poesia acalma as mentes barulhentas.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2
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