Preocupações por fora, estive ocupado, estive desligado
Pegue a arma, coloque a mira, e dispare, são ideias em forma de palavras
Mas, são tantos olhos que cobiçam, com a cabeça pendendo de cansaço
Sinceramente, não pretendo ter outras responsabilidades, não pretendo ter
Fundo do copo, eu consigo ver o outro lado trancado
São tantas formas de ver o mundo, mas eu quero ver a forma mais gentil
Sem carregar ódio, inveja, solidão, todos os outros, todas as emoções ruins
Então eu prefiro cortar a minha própria carne, para que assim ela se molde melhor
Tão frio, eu estive tremendo debaixo da pele
Precisando de férias, me deixe ir, me deixe dormir
Ouvindo o vento, esperando pela brisa suave das árvores
Não preciso de muito, apenas um pouco, de uma única dose de ocitocina e serotonina
Conchas na praia, o mar que leva e traz todas elas
Funciona bem, levando toda a dor e você também
Uma medida, uma noite, uma vida inteira que vai além
Me traga o descanso, me leve para lugares que eu nunca fui
Vendavais e tempestades, eu tive medo também
Não quero ser um desperdício, não quero te decepcionar também
Abra o meu coração para que eu venha achar descanso em você também...
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Autor:
Fantasma sem coroa (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 2 de novembro de 2026 16:23
- Comentário do autor sobre o poema: "No mar, para lavar a alma"
- Categoria: Surrealista
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Nox Calvarie, Ayalah Verônica Berg
- Em coleções: Melhores poemas, Serenos.

Offline)
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