Assim! Me iluda em toda astúcia crua!
Eu amo a tua fresca liberdade:
Saudade em teu teatro e a língua arde
Na pele nunca minha e sempre tua!
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Mas é que este desejo inda flutua
Querer é falta, eu sou...eu sou metade...
Da tua arma a bala vem e invade
Eu sofro? Sim! E a carne segue nua.
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De todas sou você, minha morada
E o verso vem e vai, é o recomeço
E o preço a se pagar, talvez em vão.
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Porém, prazer: eu vou Hidra de Lerna
O músculo de um urro que governa
E segue quente e escreve em meu tesão...
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Autor:
Fábio Marinho (
Online) - Publicado: 2 de novembro de 2026 10:37
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2
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Online)
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