E no sóbrio silêncio
Quebrei os muros da verdade
Sangrou como coração partido
E caminhou como vaidade
Isso é tão constrangedor
Os ponteiros do relógio sufocados
Tornaram obsoleto o envidado
Aquilo que o tempo montou
Aos poucos, novos continentes formam
Destinos que nunca vimos
Caminhos descontentes
Sem saber por onde irmos
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Autor:
Caio (
Offline) - Publicado: 30 de outubro de 2026 09:54
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: felicity for now, Michel F.M.

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