Insanos são os anos...considero.
Por entre os sonhos, liso escorre o tempo.
Embora enfermo e a febre em fel fervendo
Alguma coisa diz, ao fim, que eu erro!
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Não me pergunto: “Deus, por quê?”, não quero...
Apenas finjo, ator que represento,
Que tenho só certezas, que eu entendo,
Mas dias, meses, anos...passo...espero...
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A música não para! Eu sempre a escuto;
Se fecho os olhos, ah...aí que vejo
E sinto o encanto de um eterno porre!
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Respiro no sufoco e o grito é mudo,
Mas cura me seria um simples beijo
De todo o amor que mata e que não morre...
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Autor:
Fábio Marinho (
Offline) - Publicado: 30 de outubro de 2026 06:34
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 13
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Rebecca, Ayalah Verônica Berg, Morlock

Offline)
Comentários1
Que texto potente! Uma verdadeira obra-prima em forma de versos.
Obrigado, Michel.
Grande abraço
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