Me vi exposta em um cenário onde estava sendo réu, meu crime? Amar.
Eu amava e queria ser correspondida. Eu amava e esperava que me amasse também.
E quando perguntei: por que não me ama? Eu vi aquele amor se revoltar contra mim, como se eu estivesse pecando.
Eu senti os pedaços do meu peito se despedaçarem. O soco no estômago e o desespero por um remédio.
Eu não fui atrás desse amor. Ele veio atrás de mim. Tentei correr, mas minhas pernas não se moviam. Tentei fugir, mas a janela era alta demais para pular. Me escondi, porém a cortina era curta. Hoje sofro com uma história, um filme, um você que eu mesma inventei.
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Autor:
EDUARDA ANDREOLLA (
Offline) - Publicado: 29 de outubro de 2026 13:40
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Morlock, Ayalah Verônica Berg

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