Como na trigésima vez
A chance floresce bem diante de mim
e eu a contemplo, sem colher seu perfume.
E o instante, já distante,
nunca fez tanto sentido assim.
Você volta, e são como novos buracos negros
meu coração escreve, mas a mão hesita.
Tantas vezes à beira do beijo,
como um barco que conhece o mar
e ainda teme soltar a âncora.
E o instante, já distante,
nunca esteve tão claro para mim.
Então você vai, e só depois eu percebo:
Era agora.
Era a hora.
E o instante, já distante,
nunca esteve tão perto assim
ecoando dentro de mim:
De nov
o, de novo, de novo.
-
Autor:
Karoline (
Offline) - Publicado: 29 de outubro de 2026 11:10
- Comentário do autor sobre o poema: Esse poema é sobre sentir medo das coisas, não fazê-las e se arrepender de não fazê-las quando ainda existia a chance. É sobre amor, paixão, conexão, e ansiedade por estar perto de alguém que te faz tremer dos pés a cabeça.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 9
- Usuários favoritos deste poema: Ayalah Verônica Berg, felicity for now, 🌻🍀, Michel F.M., Morlock

Offline)
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