De cada comovente adeus
Tendo eu por singular
O instante
Ouço a Tua voz
Simples realidade diáfana
Num imponente irradiar longínquo
Princípio
Diurno amanhecer
Repleto de significado
E de permanente brilho
Possuindo
A beleza etérea do agora
No seu mais verdadeiro indício ingênuo
Ser de rara abastança
E nome
Absolutamente nu
E no anonimato
Abarcando por inteiro a já destinada voz
Que se cala
Diante do decreto
E diante do rito
Deste sempre infinito ato
E composição
Contínuo sentimento dum âmago profundo!
Nítido
E derradeiro
Todo dentro de minha alma
A procurar
Pela repleta serenidade campesina
Que outrora foi
Bem mais que impulso
Bem mais que tutor
Ou serenidade
Um ser circundante que enxerga
Toda a extensão
Da eterna exuberância
Sendo muito mais do que momentânea busca
Ou epidérmica existência reencontrada
Que grita
Seus mudos silêncios
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Autor:
de Oliveira Melo (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 28 de outubro de 2026 11:29
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4
- Em coleções: Versos Principescos.

Offline)
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