Amo-te na imensidão fria de galáxias mortas,
Onde nenhum deus escuta a nossa prece em vão.
O vento solar bate em portas que estão tortas,
E o pó das estrelas cobre o nosso coração.
Que importa se a carne arde e o peito estilhaça,
Se o universo é um silêncio cego e sem fim?
O nosso amor é um sopro que rápido passa
No grande cemitério do mundo e de mim.
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Autor:
Rebecca (
Offline) - Publicado: 27 de outubro de 2026 15:09
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 9
- Usuários favoritos deste poema: Rebecca, Ayalah Verônica Berg, Versos Discretos

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