O bardo à beira - XXVI

Um bardo

Em frente ao cemitério
passa uma larga avenida.
Daqui, olho o movimento.
Daqui, olho o repouso.
E vejo numa única mirada
a corrida e o destino.
Daqui, aguardo à beira
dessa larga avenida.

PLDCV
São Leopoldo - 27/10/2026



Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.