Ah, que saudades...
Saudades do que passou,
do que ele trouxe, mas levou.
Eu nem amava esse canalha,
mas eu poderia ter ido até aí ou além.
Por que sempre vem e somem de repente?
Logo comigo, que asfalto pra essa gente.
Preparo a estrada, aplano o chão,
até tento guiar quem não sabe andar.
Para, no fim, sempre ficar a ver o trânsito passar.
Mas aquele filho da puta
poderia ao menos tentar,
ou ter tentado, ficar.
Quem sabe a gente juntos
poderia enfim transbordar?
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Autor:
solilóquia (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 24 de outubro de 2026 23:58
- Comentário do autor sobre o poema: Já faz um tempo que escrevi esse. Sentia tanta saudade dessa pessoa e um vazio tão grande, era pior que a saudade.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: werner
- Em coleções: O Último Esplendor.

Offline)
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