Pele ancestral
carregada de marcas,
dança no terreiro do interior
em extasia.
Ama o igual
e não busca descendência.
Quer o básico — sobrevivência.
Mão calejada,
medo guardado no bolso,
sem pedir desculpa por existir —
rebelia.
-
Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 20 de outubro de 2026 08:09
- Comentário do autor sobre o poema: 2/2
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 3

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.