Soneto Tarantinesco

Fábio Marinho

Eu tive até o café envenenado...

Pensei na locadora do menino

E em tanto faroeste derramado

Que o sangue explode a tela em meu ouvido.

 

Diálogos do drama calculado

Na boca do anti-herói que segue vivo

Aos pés de uma mulher, homenageados

Roteiro de um amor contemplativo...

 

Mistério e choque no suspense eterno

À trilha da jornada em Morricone

Os velhos de um oeste de hoje antigo...

 

Distante ao mais comum assim de perto

Cachorro e papagaio têm seu nome

E como sobrenome, Tarantino...

  • Autor: Fábio Marinho (Offline Offline)
  • Publicado: 19 de outubro de 2026 17:53
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 6
  • Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.