Amanhã de Outro Jeito

Queiroz Francisco

Anos de luta, 
Hora de parar e ir...
O riso esconde o luto. 

 

Pois aqui muito de mim 
Eu aos poucos construí. 
E se pesado de fato foi, 
Hoje leve não me vi.

 

O tempo enfim se cumpriu,
A validade eu venci.
O velho ciclo sumiu,
Serei reciclado por mim,
Para mim, num novo fim.

  • Autor: F. Queiroz (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 18 de outubro de 2026 11:08
  • Comentário do autor sobre o poema: Uma reflexão sobre o luto sutil das despedidas e a necessária reciclagem da alma ao partir para novos desafios. A transição silenciosa entre o cansaço do dever cumprido e a liberdade de se reconstruir.
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 10
  • Usuários favoritos deste poema: Samara A. Ferreira, Apegaua, Michel F.M., Ayalah Verônica Berg
  • Em coleções: Urbano.
Comentários +

Comentários1

  • Apegaua

    Oci, ficou porreta gosto dessas reflexão.
    Só que quando procuro a caneta para registrar, esfomeado já a destrui.
    Mas , aprendendo com o mestre. um dia eu chego lá.
    Rapaz a colheita por cá, como e a mão., tal danada muito carrapato, aja repelente..
    Abraços para os dai.

    • Queiroz Francisco

      O Fantasma tem a mesma mania, quando não é a caneta deixa no caderno...

      Obrigado pela visita, caríssimo
      Um abraço para vocês...



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