Anos de luta,
Hora de parar e ir...
O riso esconde o luto.
Pois aqui muito de mim
Eu aos poucos construí.
E se pesado de fato foi,
Hoje leve não me vi.
O tempo enfim se cumpriu,
A validade eu venci.
O velho ciclo sumiu,
Serei reciclado por mim,
Para mim, num novo fim.
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Autor:
F. Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 18 de outubro de 2026 11:08
- Comentário do autor sobre o poema: Uma reflexão sobre o luto sutil das despedidas e a necessária reciclagem da alma ao partir para novos desafios. A transição silenciosa entre o cansaço do dever cumprido e a liberdade de se reconstruir.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 10
- Usuários favoritos deste poema: Samara A. Ferreira, Apegaua, Michel F.M., Ayalah Verônica Berg
- Em coleções: Urbano.

Offline)
Comentários1
Oci, ficou porreta gosto dessas reflexão.
Só que quando procuro a caneta para registrar, esfomeado já a destrui.
Mas , aprendendo com o mestre. um dia eu chego lá.
Rapaz a colheita por cá, como e a mão., tal danada muito carrapato, aja repelente..
Abraços para os dai.
O Fantasma tem a mesma mania, quando não é a caneta deixa no caderno...
Obrigado pela visita, caríssimo
Um abraço para vocês...
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