Meados de 1800, o sol está nascendo, ele precisa se esconder da luz.
Um conde usando alfaiataria no bar da meia-noite.
Whiskey não era sua bebida favorita, o drink não era sua bebida exclusiva, existiam pessoas e sangue.
Seu nome? Drácula.
O sol está nascendo novamente, ele precisa esconder sua pele da luz, como uma maldição hereditária familiar.
Seu nome? Drácula.
Morcegos sob o seu teto faziam ecolocalização como uma rapsódia, alta, harmônica e estonteante.
Mas no fim do dia, seu local era o bar da meia-noite. Onde havia whiskey, sangue e pessoas.
Seu nome? Drácula.
Meados de 1800, o sol está nascendo, ele precisa se esconder da luz.
Drácula estaria de volta ao seu túmulo novamente.
-
Autor:
Tigris_claw (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 18 de outubro de 2026 09:40
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.