é por sentir sua falta
ou pela solidão
me limita a ausência
me imita a carência
eu era o eu que sem você não existia
e depois de ti, procuro em mim figura em modelo
me colocarei num altar
se pelas manhãs me sentar e orar para mim mesmo
com esperança e fé de me encontrar...
é sobre o luto da ausência
ou sobre a fraqueza da carência que escrevo
se eu pudesse me conhecer, conseguiria responder
e mesmo que no proximo minuto ja te esqueça
e de carencia e vontade de ti cultive algum tipo de indiferença
e no vazio encontre meu eu perdido
mas sem ninguém para mostrar a felicidade de ter achado
eu gritaria em desespero de um prisioneiro .....
....
mas depois emocionasse saísse pregando: me achei, me achei, não fui menino pobre, nem rico, nem príncipe ou camponês, nem muito menos rei!
mas se eu não achar ninguém para contar, temo que ate mesmo me esquecerei
e se pelo caminho que andei, sozinho, sem rumo avistar alguém, ou dois quem's que me escute..
faria papel de louco ao dizer: oh, te encontrei, te encontrei, agora escute, eu te direi, direi quem sou, e não me esqueça por favor..
e me perguntariam: quem tu é, meu senhor.. quem é tu, e eu parado não sabendo responder derramaria uma lágrima, e andaria em frente sem dizer coisas que já não mais sei...
foi culpa de uma profecia autoimposta
ou a ilusão de um futuro imaginado em esperanças utópicas...
um dia imagine que encontraria alguém que me entenderia
mas a realidade é sempre uma bosta.
andaria por 20 metros, e jaja me esqueceriam, o futebol ou a novela era um assunto mais importante.
e assim é a vida.
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Autor:
MaquinaOrganica (
Offline) - Publicado: 17 de outubro de 2026 15:18
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
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