As vezes eu queria poder ir embora daqui, criar asas ou simplesmente poder levitar, sem que me puxem de volta para o chão. As vezes eu mesma me puxou de volta, não me permito sonhar como se eu não merecesse, como se eu não suportasse a ideia de relaxar por um momento.
Talvez eu realmente me odeie, eu acabo comigo mesma dia após dia, me permito ser colocada em situações que me fazem chorar depois, mas no final eu sei que a culpa é minha e eu sei que o peso é totalmente meu por mais que eu minta sobre me amar, chega até a ser cruel não só comigo, mas com as pessoas a minha volta que estão cansadas de tentar me alcançar, eu sempre aperto o passo quando finalmente encostam um dedo em mim. Por favor não desista de mim.
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Autor:
Mea (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 16 de outubro de 2026 00:52
- Comentário do autor sobre o poema: Bia, a sem noção que vai te afundar juntamente com ela
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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