Via única
Não, não quero dormir
É como morrer inutilmente
Mente inútil adormecida
Com tanta vida latente
Vida latente
Leite de vida
Vida láctea
Tanto leite derramado
Vida, única via
E suas estrelas perdidas
Porto Alegre, maio de 2002
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Autor:
Um bardo (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 16 de outubro de 2026 00:05
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 11
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Flavia Souza
- Em coleções: Ebullitio, Insônias.

Offline)
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