Fala aí... "Diz daí o que você acha certo?".

Gabrielmaria

Fala aí... "Diz daí o que você acha certo?"

 

"Diz daí o que você acha certo?"

Diretrizes de termos cognatos, relatos

Diz aí o que você acha? 

 

Voltas e voltas e não saí do lugar, foi choro e decepção para cada lado 

Sem saber qual a saída, só pulei fora

E olha... Não houve vitórias. Só ouvi derrotas pela boca de idiotas 

Que nunca entenderam minha história.

 

Mas fala aí, o que vocês fariam no meu lugar? 

Aposto que muita coisa!

 

Nunca houve muita espera de ninguém, ou uma reza de outrem 

Indiretamente, somente uma fala escriturada e ditada 

Sem saber a verdade, caí na gargalhada

Fui chacota e risada. Fui choro e balançada 

Mas no final, só sobrou as mancadas e vaciladas...

 

Falam de entender, julgam todos, mas fica a hipocrisia 

Fazem o que querem, falam o que dão na telha, mas esperam o seu melhor

Dão socos, porradas e esperam amor sem choro e raiva.

 

Quando tudo está escuro, pego meus pés descalços, um inconformismo lendário

Queria saber da onde saiu tantos ratos! o desgaste já não tinha um cálculo...

Não espero morada, nem um sustento mal dado 

Uma fala que aceite, ou um ombro calejado ...

 

Quando eu falo, ninguém fica prostrado 

é um corre-corre para cada lado, uma saída rápida, um furacão "arretado"

Esperam que eu fique olhando de lado, quieto, aceitando um pouco caso. 

 

"Diz aí o que vocês acham certo?"

Disseram... Mas no final não disseram nada!

Uma fala mal dada, que nem por mim foi interpretada

Sozinho novamente me encontrava

Nunca entendi esse caminho torto, nem esse me joga-joga para um esgoto. 

 

Bem que falam: "O lugar mais difícil de estar é no lugar do outro."

E sim... essa eu concordo! Gritei de novo. Escrevi um esboço

E novamente, caí em um calabouço, interrogações em um sobrevoo 

Questões que foram pintadas e garranchadas em uma parede úmida e funda.

 

 

Uma cabeça e um corpo de um livro antigo, grande até demais 

Nada nunca foi tão óbvio, nada nunca foi verdadeiro ou certeiro

Porém, verdadeiro eu! não sou todo mundo!

Sou apenas um estudo?!

 

Se fosse um "olho por olho, dente por dente"?

Onde eu pararia? de onde eu partiria?

Quem realmente me ajudaria?

Apontariam uma armaria... Ou uma armadilha? 

Provavelmente, me destruiriam...

 

Diz aí...o que vocês realmente fariam? Será que me perdoariam?!

 

Autoria: GabrielMaria 

  • Autor: Biel (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 15 de outubro de 2026 18:12
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 4
  • Usuários favoritos deste poema: Ayalah Verônica Berg


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