O Mensageiro

Dimar Monteiro Sanca

O Mensageiro

Esses dizeres não podiam ser sobre o acaso
Ainda que os tempos fariseus sejam casuais
O abraço do céu à terra é um adorno do divino
A mensagem e o mensageiro são pergaminhos do nosso credo
Entre as pontes moram a fé e a gratidão 
Em nosso ser habita o anunciante de boas novas
De mensagem entende o mensageiro
É sobre peregrinar sem ser peregrino 
É sempre sensato ser grato e falar da sua misericórdia 
Todavia, a vida gira em torno disso
Aliás, ingratidão é vício d'alma
Nem tudo é sobre ganhar e perder
Mas é sempre sobre aprendizado
Ao passado, ciência 
Gratidão é o presente 
O futuro reserva a eternidade 
Além do amor, a fé é o cálice da última ceia 
No além-mar está o mensageiro 
Ventos de Nazaré ainda acalentam a ira do Nosso Senhor
Diria Papa João XXIII:
A verdade vos libertará!
Eis meu testemunho
Dou fé!



Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.