Procuro um amor nessa vida ligeira
Tão curta, mas cheia
De amores nos ares.
Eu sinto e o seu cheiro incendeia
Minh’alma de olhares.
Procuro um amor que me sirva à vontade,
Que faça a saudade
Durar um segundo
E o abraço de duas metades
O inteiro profundo.
Procuro um amor do balanço da rede
Com fome e com sede
De beijo roubado.
Sabor proibido que cede
E derrete, encantado.
Procuro esse amor que arrepia e me cala
Que prende e resvala
À cores, ao vivo;
Amor que prescinde da fala
Por doces motivos...
-
Autor:
Fábio Marinho (
Offline) - Publicado: 15 de outubro de 2026 10:42
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Ayalah Verônica Berg

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.