Às vezes nos perdemos
Em hábitos nocivos
De tanto se repetirem
Que esquecemos do perigo.
Normalizando o que abominávamos
Por estarmos demasiados exaustos
Depois de uma vez permitido
A luta anterior perde o sentido
Permitimos estarmos presos
Numa cadeia invisível
Criada por nós mesmos
Quando maus tratos
À nós é direcionado
A luta deve ser constante
Não podemos baixar a guarda
Até que um choque de realidade
Se faça
Nos acordando e quebrando todas as grades
E pegamos de volta
Nossa liberdade
Nossa dignidade
Através da nossa verdade.
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Autor:
Samara A. Ferreira (
Offline) - Publicado: 14 de outubro de 2026 23:25
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 20
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
Comentários1
Dignidade, interessante, e conheci muita gente com essa virtude... E são sempre pessoas admiráveis.
Muito bom, que possamos desinventar as nossas prisões.
Um abraço
Gratidão, Queiroz!
Abraço!
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