Meus amados erros,
minhas preciosas derrotas,
minhas lindas gafes.
O chão sempre me acolheu.
A vergonha dizia: "Fica aí".
Boa conselheira que nunca segui.
Levantava, batia a poeira
e sorria esperando o novo tropeço.
De queda nunca morri,
mas confesso
que quase parti
todas as vezes que quis desistir.
E cá estou:
uma coleção de falhas
que juntas vivem dando certo.
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Autor:
F. Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 14 de outubro de 2026 21:32
- Comentário do autor sobre o poema: levantam-se
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: Ayalah Verônica Berg, Samara A. Ferreira
- Em coleções: Naruteza, Silêncios.

Offline)
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